
Desenhei em nuvens mas não soube esconder
a despedida
é longa mas foi a deixa que achei,
no cinza vou usar azul.
Não uso mais canetas,
Nem leio folhetins.
Não vejo as horas!
Que se passa frente a mim?
Eu perco a hora
E se vão os meus anseios.
Mergulho no medo do desejo
e em tudo que era negro,
vou usar azul!
A cada segundo estou mais distante
E mais perto de mim.
Vermelho não é sangue
mas é sentimento que borbulha nos meus vasos sanguíneos
e sobe aos pensamentos.
O cinza é uma fase
Não usarei sobre o meu azul.
Vou usar azul no cinza,
Vou pintar com amarelo a sua ausência de cor,
Marrom ao fundo em meio ao cinza,o branco;a ausência,
Construiu um barco
vou navegar enquanto for preciso
e acharei o amarelo sobrepondo-se ao azul ao suprir ausência
e vou ao rumo a que meu barco me levar
Quando esse cinza passar
Pois vou usar azul!
Desenhei em nuvens mas não soube esconder as cores que usei
A despedida é longa
Mas foi a deixa que achei.
Athene June"Minerva"
( Por Andressa Pires)
a despedida
é longa mas foi a deixa que achei,
no cinza vou usar azul.
Não uso mais canetas,
Nem leio folhetins.
Não vejo as horas!
Que se passa frente a mim?
Eu perco a hora
E se vão os meus anseios.
Mergulho no medo do desejo
e em tudo que era negro,
vou usar azul!
A cada segundo estou mais distante
E mais perto de mim.
Vermelho não é sangue
mas é sentimento que borbulha nos meus vasos sanguíneos
e sobe aos pensamentos.
O cinza é uma fase
Não usarei sobre o meu azul.
Vou usar azul no cinza,
Vou pintar com amarelo a sua ausência de cor,
Marrom ao fundo em meio ao cinza,o branco;a ausência,
Construiu um barco
vou navegar enquanto for preciso
e acharei o amarelo sobrepondo-se ao azul ao suprir ausência
e vou ao rumo a que meu barco me levar
Quando esse cinza passar
Pois vou usar azul!
Desenhei em nuvens mas não soube esconder as cores que usei
A despedida é longa
Mas foi a deixa que achei.
Athene June"Minerva"
( Por Andressa Pires)
